
Mais cedo, o chanceler japonês, Hirofumi Nakasone, assegurou que seu país não interromperá a busca por uma resolução da ONU que condene a Coreia do Norte por ter lançado o foguete. "Se o Conselho de Segurança da ONU deixar de lado o assunto e não emitir uma resposta adequada, isso criaria dúvidas sobre sua credibilidade", apontou Nakasone.
Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e Japão fracassaram na segunda-feira na tentativa de chegar a um acordo sobre uma reação conjunta à crise aberta pelo lançamento de um foguete de longo alcance norte-coreano, no domingo passado. O Conselho de Segurança tinha fracassado também em seu primeiro encontro, realizado no domingo, e concordou em voltar a se reunir-se nesta terça.
China e Rússia apelaram à proporcionalidade e à moderação na hora de adotar uma resposta na ONU sobre a ação norte-coreana, que Japão, EUA, e Coreia do Sul consideram mais um passo no desenvolvimento do programa de mísseis balísticos do regime comunista. Os dois países se opõem com seu poder de veto no Conselho de Segurança a qualquer medida contundente que possa pôr em perigo as negociações sobre a desnuclearização norte-coreana.
Segundo a Chancelaria japonesa, no entanto, "a adoção de uma resolução seria desejável". "Está claro que o lançamento do foguete que sobrevoou o Japão é uma violação da resolução 1718", reiterou nesta terça Nakasone, em alusão ao acordo da ONU de outubro de 2006 que impede a Coreia do Norte de disparar mísseis balísticos.
Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e Japão fracassaram na segunda-feira na tentativa de chegar a um acordo sobre uma reação conjunta à crise aberta pelo lançamento de um foguete de longo alcance norte-coreano, no domingo passado. O Conselho de Segurança tinha fracassado também em seu primeiro encontro, realizado no domingo, e concordou em voltar a se reunir-se nesta terça.
China e Rússia apelaram à proporcionalidade e à moderação na hora de adotar uma resposta na ONU sobre a ação norte-coreana, que Japão, EUA, e Coreia do Sul consideram mais um passo no desenvolvimento do programa de mísseis balísticos do regime comunista. Os dois países se opõem com seu poder de veto no Conselho de Segurança a qualquer medida contundente que possa pôr em perigo as negociações sobre a desnuclearização norte-coreana.
Segundo a Chancelaria japonesa, no entanto, "a adoção de uma resolução seria desejável". "Está claro que o lançamento do foguete que sobrevoou o Japão é uma violação da resolução 1718", reiterou nesta terça Nakasone, em alusão ao acordo da ONU de outubro de 2006 que impede a Coreia do Norte de disparar mísseis balísticos.
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